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| Luciana Figueiredo (AGO/2005) |
Ela sempre foi apaixonada pelo mar, mas como morava longe da praia, seu sonho de praticar bodyboarding foi adiado para quando completou 20 anos. Pouco tempo depois, Luciana Figueiredo já competia e, em 2004, alcançou seu melhor resultado: 4ª colocada na etapa do mundial que aconteceu na Barra da Tijuca (RJ). Agora, contando com o apoio de diversas empresas (Bingos, Genesis, Academia da Praia e Ability), Luciana sonha em ir mais longe no esporte.
(por Carlos Fernando Rego Monteiro - SportMania)
Encarando o tubo em São Conrado | Foto: Ricardo Índio
Fale-nos de como começou sua paixão pelo bodyboarding?
Desde pequena sempre amei o mar. Eu tinha um bodyboard e sonhava em ganhar o pé-de-pato para poder treinar sério, mas eu morava longe da praia e acabou não acontecendo. Aos 20 anos eu decidi aprender realmente. Desde a primeira caída, não saí mais do mar.
Quando você começou a competir?
Em 2001 corri uma etapa, mas viajei e só voltei a competir em 2003.
Alguma bodyboarder te influenciou ou ainda influencia no seu estilo?
Não, dentro d´água é automático! Mas gosto do estilo da Karla, da Neymara e da Soraia.
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Posando com a prancha em Rio das Ostras | Foto: Julio Cavalleiro |
Quais os seus melhores resultados?
4ª colocada na etapa do mundial da Barra da Tijuca – (set. 2004) / 10ª colocada no ranking brasileiro amador 2005/ 5ª colocada no ranking carioca amador 2005.
De que consiste seu treinamento?
Treino 3x por semana com o Índio (meu treinador) e faço uma preparação física na Academia da Praia.
Em quais picos você treina?
Gosto de São Conrado, Joatinga e Barra ... mas depende das condições do mar.
Além do bodydoarding e dos demais esportes, quais são suas atividades?
Estudo jornalismo e sou colunista do site Ricosurf. |

Dropando uma boa esquerda no Secret | Foto: Renata Cavalleiro |
Mais que uma bodyboarder, você é uma esportista com grande espírito de aventuras. Conte-nos sobre as viagens que você faz pelo Brasil e pelo mundo.
Amo viajar e sempre que posso pego a minha prancha e vou conhecer alguma onda nova. É importante viajar, treinar em picos diferentes. Isso é bom para a alma também! Como eu estudo jornalismo, faço algumas viagens para picos onde eu possa praticar esportes radicais, além de bodyboard, e isso acaba virando matéria!
Como está o bodyboarding feminino no Brasil e em especial no Rio de Janeiro em termos de organização e premiação?
O número de competidoras cresceu muito, as meninas estão comparecendo aos campeonatos e evoluindo cada vez mais. Isso é bom para o esporte, e fundamental também! Tenho visto que as meninas estão muito unidas, isso é o mais legal, e admiro o profissionalismo de muitas amadoras que trabalham pelo esporte e acho que esse trabalho já deu resultado. Em 2001 a categoria praticamente não existia mais, hoje, elas estão aí e Isso é bom, é sinal de vida, de mobilização! |
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O que você acredita ser necessário para o bodydoarding conquistar mais patrocinadores?
Mídia televisiva, mídia impressa e a inclusão URGENTE de uma Assessoria de Imprensa responsável pela imagem do esporte.
Quais seus planos para os próximos meses? Estudar e competir!! Para encerrar, mande um recado para as atletas do bodyboarding.
O sonho pode ser real sim... mas a gente tem que acreditar muito e lutar por ele! |

Luciana quer ver o BB de volta à mídia | Produção: Aqaumix |
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